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	<title>Contracapa</title>
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		<title>Contracapa</title>
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		<title>O Filho da Mãe</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2009 20:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patricia</dc:creator>
				<category><![CDATA[literatura brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[bernardo carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[narrador]]></category>
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		<description><![CDATA[O que leva um autor premiado por uma obra que entrelaça magistralmente três vozes testemunhas de uma mesma história a escrever, em 2009, um livro com um narrador em terceira pessoa, quase que onisciente?
Preguiça, dirão alguns sobre a obra feita sob encomenda. Vontade de agradar e fazer sucesso. Pois O Filho da Mãe, de Bernardo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nacontracapa.wordpress.com&blog=4116022&post=97&subd=nacontracapa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O que leva um autor premiado por uma obra que entrelaça magistralmente três vozes testemunhas de uma mesma história a escrever, em 2009, um livro com um narrador em terceira pessoa, quase que onisciente?</p>
<p>Preguiça, dirão alguns sobre a obra feita sob encomenda. Vontade de agradar e fazer sucesso. Pois O Filho da Mãe, de Bernardo Carvalho, parece de fato um thriller cinematográfico, pronto para ingressar nas listas de best sellers ou nas estantes dos apreciadores de grandes sucessos literários mundiais.</p>
<p>Pode até ser (afinal, nesses anos de cinismo mercadológico, nada nos é estranho). Prefiro acreditar que não. Colocada em perspectiva, a escolha de Bernardo Carvalho torna-se opção estética, pensada e significativa. (Continua mais tarde)</p>
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		<title>Leite derramado</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2009 03:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patricia</dc:creator>
				<category><![CDATA[literatura brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[chico buarque]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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Quando eu sair daqui, vamos nos casar na fazenda da minha feliz infância, lá na raiz da serra. Você vai usar o vestido e o véu da minha mãe, e não falo assim por estar sentimental, não é por causa da morfina.






Leite derramado é prova da virtuose de seu autor. A voz do quatrocentão centenário [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nacontracapa.wordpress.com&blog=4116022&post=48&subd=nacontracapa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><blockquote>
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<li>Quando eu sair daqui, vamos nos casar na fazenda da minha feliz infância, lá na raiz da serra. Você vai usar o vestido e o véu da minha mãe, e não falo assim por estar sentimental, não é por causa da morfina.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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</blockquote>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-86" style="border:1px solid black;margin:10px;" title="leite_derramado_capa" src="http://nacontracapa.files.wordpress.com/2009/05/leite_derramado_il_011.gif?w=128&#038;h=184" alt="leite_derramado_capa" width="128" height="184" />Leite derramado é prova da virtuose de seu autor. A voz do quatrocentão centenário à beira da morte num leito de hospital público  é afinada como Chico gostaria de cantar. Tudo são fragmentos na narrativa sem qualquer cronologia, que se encaixam com precisão graças ao rigor da mão do escritor.</p>
<p>Na infância, Eulálinho Assumpção passava as férias na Europa, hospedava-se no Ritz, vivia entre a fazenda, o chalé de Copacabana e o casarão em Botafogo. Na velhice, termina na Baixada Fluminense, morando de favor num puxadinho de uma igreja evangélica. Sua história, está claro, é a da decadência de uma família de elite brasileira. Decadência associada a Matilde, a moça &#8220;de pele quase castanha, a mais moreninha das congregadas marianas&#8221;, que &#8220;suava bastante&#8221;, &#8220;gostava de sol&#8221;, de samba e de maxixe.</p>
<p>Eulálio vê o mundo com olhos de conservador. Lembra com nostalgia dos feitos do avô senhor de escravos. Guarda com carinho o chicote de um antepassado. Conta orgulhoso as mordomias do pai graças à posição na política. E a ironia que a tudo pontua envolve o narrador mais do que sai de sua boca. Resulta daí grande parte do azedume do livro de Chico. Pois a miscigenação de papel passado, ainda que jamais assumida claramente, desponta como pecado original na linhagem dos Assumpção. É a voz de Eulálio entoando o racismo à brasileira.</p>
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		<title>Gênese</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 00:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patricia</dc:creator>
				<category><![CDATA[roth]]></category>
		<category><![CDATA[zuckerman]]></category>

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		<description><![CDATA[
Zuckerman surgiu em 1979, depois de Roth ter dado à luz nove livros.
Jimmy Carter era presidente dos EUA; os cinemas exibiam Kramer vs Kramer e Apocalypse Now; Heart of Glass chegou ao topo da parada. Fazia dez anos desde o sucesso de Portnoy&#8217;s Complaint.
Mas Nathan Zuckerman veio ao mundo em plena década de 1950, já [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nacontracapa.wordpress.com&blog=4116022&post=6&subd=nacontracapa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" style="margin:10px;" src="http://i4.photobucket.com/albums/y126/paradorlounge/9780099477570.jpg" alt="Ghost Writer, a capa" width="149" height="230" /></p>
<p>Zuckerman surgiu em 1979, depois de Roth ter dado à luz nove livros.<br />
Jimmy Carter era presidente dos EUA; os cinemas exibiam Kramer vs Kramer e Apocalypse Now; Heart of Glass chegou ao topo da parada. Fazia dez anos desde o sucesso de Portnoy&#8217;s Complaint.<br />
Mas Nathan Zuckerman veio ao mundo em plena década de 1950, já com 20 e poucos anos, oriundo de uma família judia de Weequahic, bairro de Newark, New Jersey &#8211; não por coincidência, o mesmo de Roth. É um escritor iniciante que teve alguns contos publicados por uma revista de prestígio e conquistou a honra de ser recebido por um de seus heróis literários, que vive recluso em meio à natureza.<br />
Porém, mais do que personagem, Zuckerman nasce narrador. (Continua&#8230;)</p>
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			<media:title type="html">Ghost Writer, a capa</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Os livros de Zuckerman</title>
		<link>http://nacontracapa.wordpress.com/2008/07/01/os-livros-de-zuckerman/</link>
		<comments>http://nacontracapa.wordpress.com/2008/07/01/os-livros-de-zuckerman/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:42:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patricia</dc:creator>
				<category><![CDATA[roth]]></category>
		<category><![CDATA[zuckerman]]></category>

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		<description><![CDATA[





 &#8220;One&#8217;s song isn&#8217;t a skin to be shed &#8212; it&#8217;s inescapable, one&#8217;s body and blood. You go on pumping it out till you die, the story veined with the themes of your life, the ever-recurring story that&#8217;s at once your invention and the invention of you.&#8221; (Philip Roth)






São 8 livros com 2.215 páginas duplas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nacontracapa.wordpress.com&blog=4116022&post=5&subd=nacontracapa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><ul>
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<li> &#8220;One&#8217;s song isn&#8217;t a skin to be shed &#8212; it&#8217;s inescapable, one&#8217;s body and blood. You go on pumping it out till you die, the story veined with the themes of your life, the ever-recurring story that&#8217;s at once your invention and the invention of you.&#8221; (Philip Roth)</li>
</ul>
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</ul>
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</blockquote>
</ul>
<p>São 8 livros com 2.215 páginas duplas (segundo a Salon, de onde saiu a citação acima), que eu decidi ler em sequência &#8211; alguns pela primeira vez, outros na primeira releitura. Eu devia ter iniciado este blog antes, afinal terminei Zuckerman Unbound, o segundo na ordem cronológica, na semana passada. Mas acho que ainda vale a pena comentar a experiência de ler &#8220;the most ambitious literary series of our time&#8221;.</p>
<p>Pra começar, então, os títulos:</p>
<p><strong>A primeira leva</strong><br />
<em>The Ghost Writer</em> (1979)<br />
<em>Zuckerman Unbound</em> (1981)<br />
<em>The Anatomy Lesson</em> (1983)<br />
<em>The Prague Orgy</em> (1985)<br />
(reunidos em <em>Zuckerman Bound</em>)</p>
<p><em>The Counterlife</em> (1986)</p>
<p><strong>A trilogia + famosa</strong><br />
<em>American Pastoral</em> (1997)<br />
<em>I Married a Communist</em> (1998 )<br />
<em>The Human Stain</em> (2000)</p>
<p><em>Exit Ghost</em> (2007)</p>
<p>E o link da matéria da Salon: http://dir.salon.com/story/ent/masterpiece/2002/03/26/zuckerman</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/nacontracapa.wordpress.com/5/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/nacontracapa.wordpress.com/5/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nacontracapa.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nacontracapa.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nacontracapa.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nacontracapa.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nacontracapa.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nacontracapa.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nacontracapa.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nacontracapa.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nacontracapa.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nacontracapa.wordpress.com/5/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nacontracapa.wordpress.com&blog=4116022&post=5&subd=nacontracapa&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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